Presidente da República empossa novos membros do Conselho de Estado e apela à paz em Moçambique

 


O Presidente da República de Moçambique, Daniel Chapo, conferiu posse esta segunda-feira (1 de setembro de 2025) aos 21 novos membros do Conselho de Estado, um órgão consultivo de grande importância política para o país.

Entre os empossados está Venâncio Mondlane, segundo candidato mais votado nas eleições gerais de 9 de outubro de 2024, bem como destacadas figuras da política moçambicana, da sociedade civil e antigos Chefes de Estado.

Novos membros do Conselho de Estado

Foram empossados nomes de peso como:

  • Graça Machel,
  • Alberto Joaquim Chipande,
  • Eduardo Nihia,
  • Felizarda de Boaventura Paulino,
  • Margarida Talapa (presidente da Assembleia da República),
  • Maria Benvinda Levy (primeira-ministra),
  • Lúcia Ribeiro (presidente do Conselho Constitucional),
  • Isac Chande (provedor de Justiça).

O Conselho integra ainda os antigos Presidentes da República Joaquim Chissano, Armando Emílio Guebuza e Filipe Nyusi, bem como os antigos presidentes do parlamento Eduardo Joaquim Mulémbwè, Verónica Macamo e Esperança Bias.

Também tomaram posse Albino Forquilha (PODEMOS), Ossufo Momade (RENAMO) e Lutero Simango (MDM), líderes dos três principais partidos da oposição.

A mensagem de Daniel Chapo

Durante a cerimónia, Daniel Chapo sublinhou a importância da diversidade ideológica no Conselho de Estado, considerando-o uma verdadeira “equipa dos sonhos”. Para o Chefe de Estado, a composição do órgão demonstra o aprofundamento da democracia em Moçambique e reflete o compromisso com a paz e a estabilidade nacional.

“A sociedade tem enormes expectativas em relação ao desempenho deste órgão. A integração de personalidades de diferentes visões políticas é uma garantia de pluralidade e aconselhamento responsável ao Presidente da República”, declarou Chapo.

Mandato 2025-2029

Os 21 membros do Conselho de Estado exercerão funções de aconselhamento ao Presidente da República ao longo do quinquénio 2025-2029.

Com esta nova composição, o Governo espera que o Conselho de Estado seja uma plataforma sólida para a promoção da paz, do diálogo político e da consolidação da democracia em Moçambique.

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